terça-feira, 26 de março de 2013

Manejo correto de Leitões evitam perdas econômicas


Doenças que podem ser contraídas pelos leitões nas primeiras semanas de vida sempre impactam no crescimento saudável dos animais, comprometendo o desempenho nas fases de crescimento/terminação, além de acarretar perdas econômicas ao suinocultor. Muitas dessas enfermidades podem permanecer incubadas sem apresentar sintomas visíveis, entretanto, o suíno infectado é capaz de disseminar a doença e ter os órgãos, como o pulmão e o intestino, danificados.

Uma das doenças mais prevalentes e que causa grande impacto econômico ao sistema de produção é a circovirose. Causada pelo agente Circovírus Suíno Tipo 2 (PCV 2), a enfermidade tem transmissão oro nasal (nariz com nariz), é altamente contagiosa e afeta o sistema imunológico, facilitando a entrada de agentes secundários oportunistas que dão origem à diversas infecções. Os principais sinais clínicos são a excessiva perda de peso (emagrecimento progressivo), perda de apetite, linfadenopatia - aumento dos gânglios, principalmente na região do pescoço e ignal -, diarreia crônica e dificuldades respiratórias. Não existe um tratamento específico para a virose, na maioria das vezes é combatida a infecção secundária, mas o vírus continua ativo.

Para a médica veterinária especialista em suínos, Nazaré Lisboa, a melhor maneira de proteger e preservar a saúde do plantel é por meio da vacinação, além da aplicação de boas praticas de manejo. Essas práticas incluem o uso racional das instalações com adequado fluxo de produção, o que facilita a adoção do sistema “tudo dentro/ tudo fora” - separação de lotes de animais com idades diferentes evitando a contaminação dos leitões mais novos pelos mais velhos -, programa nutricional adequado para atender as exigências de cada fase, evitar a presença de animais clinicamente afetados que serão portadores e disseminadores do vírus, além de situações de estresse relacionados à ambiência, nutrição e manejo. Todos esses itens associados a um adequado programa de vacinação favorecem o controle da circovirose.

A Pfizer Saúde Animal oferece a Suvaxyn PCV2, primeira vacina de dose única contra circovírus registrada no Brasil para ser utilizada em leitões a partir de 3 semanas de vida. O produto promove alta resposta antigênica e tem o diferencial de reduzir o nível de vírus circulantes no sangue do animal com apenas uma dose. O período de proteção é de quatro meses, e a vacina também pode ser administrada em duas doses, proporcionando flexibilidade no protocolo conforme manejo da propriedade.

Outro ponto de preocupação para os suinocultores são as doenças respiratórias. O principal agente dessas enfermidades é o Mycoplasma hyopneumoniae. Esse patógeno modula o sistema imune e altera os mecanismos de defesa dos pulmões, facilitando a instalação de infecções por outras bactérias. O contágio acontece logo nas primeiras semanas de vida dos leitões ou após o desmame. Os animais têm sinais de tosse, dispneia (dificuldade respiratória), corrimento nasal, febre, falta de apetite e perda de peso. Na fase inicial, a tosse é seca, mas os sintomas evoluem de acordo com o quadro clínico que se estabelece. Os problemas respiratórios em suínos são bastante contagiosos, altamente frequentes e apresentam altas taxas de morbidade. Muitos suínos não desenvolvem essas doenças, mas tem o pulmão danificado, o que acarreta a dificuldade de crescimento e perda parcial ou total da carcaça.

Nazaré ressalta que o estabelecimento de um programa eficiente de prevenção e a agilidade na tomada de ações para controle dessas doenças são essenciais na redução de mortalidade, perdas de crescimento e diminuição do impacto econômico que os problemas respiratórios representam no sistema intensivo de produção de suínos.

Considerada referência no mercado para proteção contra o Mycoplasma hyopneumoniae, a RespiSure 1 One, da Pfizer, promove proteção precoce e duradoura. É a única vacina, registrada no Brasil, que pode ser aplicada a partir do 1º dia de vida do leitão e que comprovadamente reduz a colonização e a disseminação do agente, diminuindo a pressão de infecção. Ao ultrapassar a barreira de anticorpos maternos, o animal é considerado imunizado duas semanas após a aplicação do produto que, com uma única dose, confere proteção até o abate.





Fonte: CDN Comunicação Corporativa

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