sábado, 1 de dezembro de 2012

Alerta de Mercado: Café, Frango e Suínos


Café

A exemplo das exportações brasileiras de arábica, as de robusta também estão menores que as da safra passada. Segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), de janeiro a outubro, foram exportadas pouco mais de 1 milhão de sacas de 60 kg de robusta, 59% a menos que o embarcado no mesmo período do ano passado. Esse forte declínio ocorre mesmo com a produção nacional da variedade sendo recorde em 2012/13 (colheita encerrada em agosto).

Apesar do menor ritmo em relação a 2011, quando comparado a anos anteriores, o volume exportado pode ser considerado dentro da normalidade. Um dos principais motivos foi a manutenção dos valores médios FOB do robusta nacional em 2012 frente à temporada passada enquanto os preços internacionais da variedade recuaram 7%, segundo a Organização Internacional do Café (ICO), reduzindo a competitividade do produto nacional. Outro motivo que explica o recuo das exportações, segundo pesquisadores do Cepea, é o aumento da demanda das torrefadoras nacionais pelo robusta.

Frango

A exemplo das exportações brasileiras de arábica, as de robusta também estão menores que as da safra passada. Segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), de janeiro a outubro, foram exportadas pouco mais de 1 milhão de sacas de 60 kg de robusta, 59% a menos que o embarcado no mesmo período do ano passado. Esse forte declínio ocorre mesmo com a produção nacional da variedade sendo recorde em 2012/13 (colheita encerrada em agosto).

Apesar do menor ritmo em relação a 2011, quando comparado a anos anteriores, o volume exportado pode ser considerado dentro da normalidade. Um dos principais motivos foi a manutenção dos valores médios FOB do robusta nacional em 2012 frente à temporada passada enquanto os preços internacionais da variedade recuaram 7%, segundo a Organização Internacional do Café (ICO), reduzindo a competitividade do produto nacional. Outro motivo que explica o recuo das exportações, segundo pesquisadores do Cepea, é o aumento da demanda das torrefadoras nacionais pelo robusta.

Suínos

O suinocultor vem respirando um pouco mais aliviado nos últimos meses. Apesar de os custos de produção continuarem elevados, os valores recebidos pelo animal são os maiores de 2012 em quase todas as regiões pesquisadas pelo Cepea. Essa valorização reflete a baixa oferta e a demanda aquecida por suínos vivos especialmente em novembro. No segmento da carne, os valores também são os maiores do ano, de acordo com levantamentos do Cepea.

Desde agosto, quando o mercado suinícola finalmente reagiu, a média mensal de preços do vivo vem superando os valores registrados nos respectivos meses de 2011, mesmo considerando-se a inflação do período (IGP-DI de out/12). Tradicionalmente, tanto a carne quanto o suíno vivo tendem a aumentar no segundo semestre, puxados principalmente pela demanda interna mais firme. Porém, neste ano, parece que muitos frigoríficos ainda estão postergando a formação de estoques para final de ano. A valorização estaria, portanto, tendo forte influência da baixa oferta de animais – decorrente do aumento dos custos de produção – e do ritmo aquecido das exportações nos últimos meses.

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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