quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ferrovia Norte-Sul é fundamental para escoar produção


A construção da Ferrovia Norte-Sul, considerada essencial para a integração logística do país foi tema da audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara Federal. A reunião, realizada nesta terça-feira, dia 18 de setembro, reuniu representantes dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e dos Transportes para discutir o impacto econômico do modal para o país.

O estudo de viabilidade técnica, ambiental e econômica está sendo implantado pela Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., empresa pública do Ministério dos Transportes, que detém a concessão para construção e operação da ferrovia. Pelo projeto, o modal parte da localidade de Panorama, no Mato Grosso do Sul, e se estende até o município de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, passando por Chapecó (SC), em um total aproximado de 1.620 Km. O trajeto que a ferrovia percorrerá dependerá dessas avaliações que estão em curso.

O assessor especial do Gabinete do Ministro da Agricultura, Francisco Jardim, que representou o Mapa na reunião, destacou a importância da obra para o escoamento da produção, sobretudo de grãos. Segundo ele, dentro do ministério os debates sobre a questão são constantes e o Mapa vem agindo para destravar um dos gargalos da agricultura brasileira que é a logística. “O ministro (Mendes Ribeiro Filho) tem se mostrado preocupado com a questão e vem agindo. Para o Mapa, o grande interesse é que o produtor agregue renda ao seu negócio”, disse.

A Ferrovia Norte-Sul é considerada uma obra essencial para a integração logística da Região Sul e seu traçado deverá atender o centro agroindustrial do oeste do Paraná, e ainda, poderá passar pelo centro da região das Missões, no Rio Grande do Sul, onde a produção de grãos (arroz, trigo, soja, etc.) terá suas exportações alavancadas.

No Rio Grande do Sul, existe a possibilidade de ligação com a ferrovia que vem de Uruguaiana e é interligada a linhas argentinas.

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Mônica Bidese
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